1 de dez de 2012

Atraz da Porta.

(Com licença, Chico.)

Quando olhou bem
nos velhos versos meus
e de conhecido nada viu
tinta azul, nada além

Corri esconder-me
na entrelinha pueril:
uma melodia que ninguém ouviu,
um verso que ninguém escreveu.

Por isso fico aqui, só
atroz atraz da porta
esperando novo sol nascer

Quem sabe note minha gramática errada...
Vem e traz sua borracha usada!
Pra me apagar e me reescrever.

Um comentário:

  1. ooooooown. me apagar e me reescrever..
    coisongo, ficou tão... sei lá, suave. leve.
    eu gostei. *-*

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